Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Sugestão: Charles Dickens na Barraca!

Em paralelo com a adaptação cinematográfica de “O Cântico de Natal” de Charles Dickens, que, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de ver, encontra-se em cena a peça “O Conto de Natal” no Teatro “A Barraca”, em Lisboa, até 20 de Dezembro, a 10€ a entrada.

 
 
 
 
Nesta peça dedicada ao público infantil e juvenil, mas que fará também as delícias ao público adulto, a história é-nos contada de uma forma peculiar. Temos como narrador uma pulga, a Pickles, que cai na orelha do Mr. Scrooge e que desta forma relata todos os acontecimentos, inseridos no género fantástico, que Mr. Scrooge vive na época natalícia que ele tanto despreza.
 
 
 
 
Para quem não conhece o conto fica aqui a sinopse apresentada no sítio da ticketline.
“A pulga Pickles vai contar a viagem alucinante que Scrooge inicia quando é confrontado por três espíritos natalícios que o tentam redimir dos erros do seu passado.
Estes três fantasmas representam o passado, o presente e o futuro e comportam-se por vezes de uma forma pouco convencional avançando por tentativa e erro, para redimir o avarento Scrooge. Neste processo vão precisar, quase sempre, de uma pequena ajuda terrena por parte da pulga Pickles.”
 
Podem também ler, aqui no blog, a minha opinião acerca da obra de Dickens!
 
Conto, peça e filme a não perder! Venha o espírito natalício, o verdadeiro!
sinto-me:
publicado por Sara às 14:24

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Domingo, 12 de Julho de 2009

Kafka no Teatro

Desta vez somos levados por Kafka ao teatro. A peça que está em exibição é “O Processo”, adaptada da obra de Kafka. A obra conta a história de Josef K., personagem principal, que, no dia em que celebra os seus 30 anos, acorda e é preso por dois agentes não identificados, sendo depois sujeito a um exaustivo processo por um crime não revelado e que o próprio desconhece.

 
 
Kafka nasceu a 3 de Julho de 1883 em Praga, capital da República Checa, no seio de uma família judia. Kafka queria estudar Filosofia mas foi impedido pelo pai, e mais tarde, licenciou-se em Direito. Para além de “O Processo”, Kafka é autor de outras duas obras muito conhecidas, “A Metamorfose”, que conta a história de um homem que acorda transformado no insecto e “O Castelo”, onde conta a história de um agrimensor, contratado por um conde para prestar os seus serviços mas que nunca consegue entrar no castelo. No entanto, nunca atingiu a fama enquanto esteve vivo e pediu mesmo a um grande amigo seu, Max Brod, que destruísse todas as suas obras aquando da sua morte. Faleceu em Praga a 3 de Junho de 1924.
 
A peça está em exibição até dia 31 de Julho no Gota Teatro Oficina, em Lisboa, tem duração de 100 minutos e é para maiores de 16 anos.
O primeiro capítulo da obra pode ser lido aqui!
 
Mais uma peça a não perder!

 

 

sinto-me: a anotar na agenda!
publicado por Sara às 13:01

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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

Mia Couto no Teatro

Um dos livros que comprei na última Feira do Livro foi “Venenos de Deus, Remédios do Diabo”, de Mia Couto. Nunca li nenhuma obra deste escritor mas achei a capa única e a sinopse, na contracapa, muito interessante.

 

A obra fala de um jovem médico português que vai para Moçambique atrás de Deolinda, moçambicana por quem se apaixonou num congresso médico em Lisboa, e o que resulta do seu desencontro: os segredos e mistérios, da Vila Cacimba, que se vão revelando.

 

Este post não vem, portanto, nem a propósito do escritor, nem das suas obras, as quais ainda não conheço. Descobri, na Agenda Cultural de Lisboa, que estreia hoje mesmo uma peça de teatro no Instituto Franco Português, “Chuva Pasmada”, inspirada na obra de Mia Couto com o mesmo nome. A peça vai estar em palco até dia 31 de Julho e a entrada é de 5 ou 10€.

 

“Chuva Pasmada” é uma peça sobre as relações familiares e o papel dos mitos e lendas quando a chuva, de repente, desiste de cair. Com a chuva suspensa, a vida de todos altera-se e cada um reage consoante as suas crenças: a tia reza, a mãe culpa os fumos da nova fábrica, o pai fala com o rio que também está a secar, o avô sonha em conhecer o mar e o protagonista da peça observa o mundo que se vai revelando à sua volta.

 

Mia Couto, pseudónimo de António Emílio Leite Couto, nasceu a 5 de Julho de 1955 na Beira, em Moçambique, e é filho de emigrantes portugueses. Foi estudante de Medicina em Maputo e membro da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO). Após o 25 de Abril interrompeu os estudos para trabalhar como jornalista. Mais tarde ingressou, outra vez, na universidade e licenciou-se em Biologia. O seu primeiro livro é de poesia e chama-se “Raiz de Orvalho” tendo sido publicado em 1983. Mais tarde escreveu o seu primeiro romance “Terra Sonâmbula” e em 2001 recebeu, em Portugal, na Fundação Calouste Gulbenkian o Prémio Literário Mário António, prémio que é atribuído a escritores africanos lusófonos ou escritores timorenses, de três em três anos, pela sua obra “O Último Voo do Flamingo”.

 

E fica aqui uma sugestão alternativa às nossas leituras!

sinto-me: e vai já para a agenda!
publicado por Sara às 12:32

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