“O fascínio do filósofo e escritor suíço pelas grandes metrópoles, por lugares improváveis, como empresas de distribuição alimentar, portos ou call centers, já era conhecido e reflectia-se em obras como A Arte de Viajar, Arquitectura da Felicidade ou Pleasures and Sorrows of Work (…) Agora, Alain de Botton mudou-se literalmente para o aeroporto de Heathrow em Londres onde, numa secretária colocada no meio do recinto das partidas, observa, conversa, reflecte e escreve sobre a vida daquela infra-estrutura e de todos aqueles que diariamente a cruzam: os seres humanos em trânsito permanente, os encontros, desencontros e reencontros, as pequenas histórias de vida. (…)
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