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Às 23h

Livros na Minha Cabeceira

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Morte No Nilo

Sara, 29.10.09

 

 

“A tranquilidade de um cruzeiro ao longo do Nilo é ensombrada pela descoberta do cadáver de Linnet Ridgeway. Ela era jovem e bela; e tinha tudo… até perder a vida! Hercule Poirot apercebe-se de que, a bordo do navio, todos os passageiros são possíveis assassinos: pelas mais diversas razões, todos tinham algo a apontar a Linnet. Mas quem terá sido levado ao acto extremo de a alvejar? Ainda que tudo aponte para a mesma pessoa, o detective cedo descobre que naquele cenário exótico nada é exactamente o que parece.”
 
Na mais recente Leitura Conjunta da Estante de Livros, debruçámo-nos, como já tinha referido, sobre um policial de Agatha Christie, “Morte no Nilo”.
 
A história começa pouco antes da viagem para o Nilo, apresentando-nos Linnet Ridgeway, uma jovem de cabelos doirados, atraente, que herdou do avô uma verdadeira fortuna e por quem Lord Windlesham está apaixonado. Linnet acaba de comprar uma grande propriedade e entretém-se a decorá-la, com a ajuda de três arquitectos, e na companhia da sua prima Joana. Entretanto Jacqueline, a sua amiga de muitos anos, pede-lhe ajuda. Jackie está noiva e muito apaixonada e pede a Linnet que arranje trabalho para o seu noivo, Simon, possibilitando assim o casamento de ambos e um futuro. Linnet ajuda a amiga mas quando lhe é apresentada a Simon, deslumbra-se e sente-se angustiada por Simon não ser seu.
 
Nos capítulos seguintes, são-nos apresentados praticamente todas as personagens que farão parte da viagem no Nilo, incluindo Poirot, o famoso detective, sempre duma forma muito interessante e que nos prende à história.
 
A morte de Linnet, na descida do Nilo, será o quebra-cabeças desta história, onde todas as personagens poderão ter um motivo para a odiar, invejar, sentir ciúmes ou mesmo para a matar. Poirot conduz-nos na sua investigação, entre muitos acontecimentos inesperados, de forma sempre sensata, inteligente mas discreta, deixando-o ao leitor a possibilidade de ir tentando adivinhar quem seria capaz de tal crime.
 
Pessoalmente, fiquei um pouco desiludida com o final por ser demasiado melodramático. Mas gostos são gostos! Mas não há dúvida que ler Agatha Christie é uma delicia e pode tornar-se bastante viciante!

 

 

 

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